LEANDRO FERRARI a.k.a FAT NASTY

quinta-feira, 15 de março de 2012

quarta-feira, 14 de março de 2012

AC/DC: SAFRA 73

Os vinhos do AC/DC (Foto: Divulgação)


Coleção de vinhos da banda australiana AC/DC :  Back in black Shiraz e Highway to hell Cabernet Sauvignon são exemplos.

A banda de rock australiana AC/DC lançou uma exclusiva coleção de vinhos com o nome de algumas de suas canções mais conhecidas.
"Back in black Shiraz", "You shook me all night long Moscato", "Highway to hell Cabernet Sauvignon" e 'Hells Bells Sauvignon Blanc" são os nomes das bebidas elaboradas pela adega australiana Warburn Estatede com a assinatura da banda liderada pelos irmãos Young, de acordo com a imprensa local.
Esta coleção de vinhos exclusivos começou a ser vendida a partir do dia 18 de agosto de 2011 na Austrália. "Será um fenômeno mundial, mas primeiro queremos nos estabilizar em nosso mercado local", afirmou Steve Donohue, gerente das destilarias Woolworths.
O AC/DC, com mais de 200 milhões de discos vendidos, foi formado em 1973 pelos irmãos escoceses Angus e Malcolm Young em Sydney.

Fonte: Pedro Ferolla e http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2011/08/banda-australiana-acdc-lanca-colecao-de-vinhos.html

segunda-feira, 12 de março de 2012

23.03.12 - Poterie Atelier apresenta: LEANDRO FERRARI - Participação Especial: Lucas Luis


Poterie Atelier apresenta:
LEANDRO FERRARI
Participação Especial: Lucas Luis

Leandro Ferrari leciona seu curso de harmônica desde
1995, é o idealizador do “Minas Harp/ Encontro de Gaitistas”
e escreveu artigos para o portal "O Debate" e para as
revistas "Zona Cultural" e "Sax e Metais". Ferrari gravou e
tocou com vários grupos, incluindo a banda mineira Skank e
a banda norte americana Living Colour. O gaitista
apresentará clássicos do blues e músicas próprias.

Data: 23/03/2012 - sexta
Hora: 20h30
Valor: R$ 12,00
Poterie Atelier
Rua Eurita, 62 – Santa Tereza
Belo Horizonte - MG
Telefones: 2526-7164 / 8483-7975

"Um quintal em Santa Tereza. Um lugar charmoso e aconchegante. O atelier de Luciana Radicchi está aberto ao público num café que mistura arte com delícias. Vinhos cuidadosamente escolhidos, cervejas especiais, coquetéis fantásticos e boa música. O Poterie Atelier Café abre de quinta a sábado das 17h às 24h. Lugar para 80 pessoas. Rua Eurita 62 (esquina com rua Grafito) Contatos: 3282 8061 / 8483-7975"

http://poterieatelier.blogspot.com

sexta-feira, 9 de março de 2012

Jack Daniel's e Chocolate Suiço


Jack Daniel's e Chocolate Suiço Goldkenn . Agora você pode ter o melhor de ambos os mundos. Os amantes do chocolate apreciarão definitivamente a harmonia perfeita, entre o sabor único deste Tennessee Wkiskey e o gosto puro e doce do chocolate de leite suíço.

JACK DANIEL’S Liqueur Bar
Barra de chocoalte Suiço recheado com whisky Jack Daniels, grande produto fabricado pela empresa suiça Goldkenn.
"O chocolate é suíço com recheio líquido de Jack Daniel’s. Praticamente um soco de sabor na sua boca, porque mistura a qualidade fodona dos chocolates suíços com o sabor sensacional do whiskey Jack Daniel’s ...  Uma barra de 100 g possui oito pedaços com recheio liquido. Oito pequenos orgasmos para um gordo como eu que adora álcool e doces. Ele não é produzido pela Jack Daniel’s, mas sim pela marca Goldkenn, que é muito boa no que faz." Cleiton Souza (http://etilicos.com/chocolate-jack-daniels/)



JACK DANIEL’STruffles in a ballotin gift box

Trufas recheadas com o famoso Whisky Jack Daniel’s.
Comprar:  Adega Brasil – Porto a Porto
Av. Nossa Senhora Aparecida, 381 – Seminário
Tel: (41) 3018-7393


The Jack Daniel's Food Department.

Fonte: Fernanda Shairon

terça-feira, 6 de março de 2012

On The Road: o filme

"O cultuado romance de Jack Kerouac - apelidado por muitos como a "bíblia da geração beat" - será adaptado para os cinemas pelo brasileiro Walter Salles, que dirigiu Central do Brasil. Kristen Stewart, Sam Riley e Garrett Hedlund estrelam o elenco do longa, que teve no novo pôster divulgado esses dias.
Escrito em 1957, o livro On The Road trata-se de uma aventura baseada em fatos reais. O romence conta a história do aspirante a escritor Sal Paradise (Sam Riley) e sua mulher, Maylou (Kristen Stewart). Depois da morte de seu pai, eles decidem sair de de Nova York e acabam conhecendo Dean Moriarty (Garrett Hedlund), um jovem e sedutor ex-presidiário.
Confira a galeria com algumas fotos do filme
Determinados a não ficarem presos a uma vida simples, os três amigos cortam todos os laços com o passado e partem para estrada sedentos por liberdade, cruzando os Estados Unidos de leste a oeste. O lançamento do longa está marcado para maio, durante o Festival de Cannes 2012. Mas o filme só deve chegar aos cinemas em junho."  http://www.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_13/2012/03/03/ficha_ragga_noticia/id_sessao%3d13%26id_noticia%3d50167/ficha_ragga_noticia.shtml

Fonte: Fernanda Shairon

BEAT MOVEMENT - Movimento Beat (ON THE ROAD)
"Beat: o ritmo do jazz bop de Charlie Parker e Thelonious Monk em contraponto com o som frenético do bater das teclas da máquina de escrever. A camiseta e a calça jeans. O alcool em suas mais variadas formas. São as bolinhas para “expansão” da mente. O barulho dos trens. O cheiro de gasolina. Comportamento e transgressão. BEAT. Solitárias vozes dos anos 50, verdadeiros outsiders semeadores / disseminadores da contracultura norte-americana que explodiu na década de 60, do movimento à favor da liberdade de expressão e das passeatas contra o conservadorismo do ensino universitário, o pacifismo em conseqüência da guerra do Vietnã etc."  http://jackerouac.com/geracao-beat/

Jazz and the Beat Generation: http://www.litkicks.com/Topics/Jazz.html


segunda-feira, 5 de março de 2012

Absolut Blues


“Absolut Vodka is creating a special-edition flavored vodka (Mango w/ a black pepper kick) to honor New Orleans, and the proceeds will go to Gulf Coast charities. The vodka is a limited run of 35,000 cases. Going on sale in August for about $19 (€13.80) a bottle at retailers nationwide, it is expected to raise $2 million (€1.45 million) for five Gulf Coast charities, which the company says will get all the profits to help rebuild from Hurricane Katrina.”



As campanhas da Absolut envolvendo lugares e cidades evoluiu. Para ajudar a reconstrução de Nova Orleans após o caos gerado pelo furacão Katrina, a Aboslut lançou uma versão limitada de sua famosa vodka, a Absolut New Orleans. O sabor é uma mistura de manga  com toques de pimenta preta. A edição era limitada e 100% do valor de suas vendas foi destinado a diversas ONGs locais.
O diretor Spike Lee é o designer por trás da nova garrafa da Absolut Sabor edição limitada, a Absolut Brooklyn. A garrafa tem uma representação de um triplex com o número da casa de infância de Lee em Cobble Hill e tem o seu nome na garrafa. Dentro da garrafa é uma vodka com sabor de maçã e gengibre.
A garrafa faz parte da campanha de caridade da marca que dentre outras iniciativas vai doar $ 50.000 para a Habitat for Humanity para ajudar a financiar um projeto de casas a preços acessíveis, em Bedford-Stuyvesant.
Ja rolaram as edições Absolut Boston (chá preto e elderflower), Los Angeles (mirtilo, cereja acerola, açaí e romã) e New Orleans (pimenta e manga).

Link: ABSOLUT Blues cocktail: 

Ingredients

  1. 2 Parts ABSOLUT BERRI AÇAÍ
  2. 1 Part Lemon Juice
  3. 1 Part Simple Syrup
  4. 4 Whole Blueberry
  5. 1 Wedge Lemon

How to mix this cocktail

Add all ingredients into a shaker. Shake and strain into a rocks glass filled with ice cubes. Garnish with lemon and blueberry.
Fonte: Adelmo Pinto

sexta-feira, 2 de março de 2012

Qual o futuro da música? SMD, pirataria e internet

http://www.harmonicamaster.com.br/loja/produto-111410-2109-leandro_ferrari_fat_nasty

Fonte: 01/03/12 | Fonte: Blog Universo Sertanejo

http://www.portalsmd.com.br/informativo.php?act=view&id=191

"Quando o assuntos SOPA, gravadoras e internet surgiu com força no mês passado, uma das primeiras pessoas de quem me lembrei foi o Ralf, do Chrystian e Ralf.
Dois anos atrás, fiz uma entrevista na qual ele já previa uma crise aguda dessas empresas com medidas desesperadas, ocasionada principalmente por não aceitarem mudanças na estrutura da venda de músicas no mundo, mesmo com a internet dizendo que o antigo modelo não teria vida longa.
Ralf criou, em 2005, o SMD, que resumindo em poucas palavras, é um CD comum, mas mais barato por utilizar menos material (o CD como a gente conhece gasta mais material metálico do que precisa).
Com o SMD (e o SMDV, equivalente ao DVD), ele paga impostos como qualquer outro produto, mas o baixo custo de fabricação faz com que o produto possa ser vendido, em média, a R$ 5, competindo com o camelô e se adequando a realidade do brasileiro.
Mas se parece tão bom assim, por que as gravadoras não o adotam?
Foi justamente sobre isso que conversei com Ralf dias atrás."

O seu projeto SMD e SMVD é comprovadamente mais rentável e mais eficiente no combate à pirataria. Por que as gravadoras não o adotam?
Olha, bicho… não quero parecer ingênuo, mas… sei lá. Os caras sempre se acostumaram a ter o domínio de tudo. Tudo o que é feito está na asa dos caras, e há uma dificuldade imensa em aceitar que os produtos que dão dinheiro pra eles vão ser comercializados com uma criação de alguém de fora.
Com o SMD eles ganhariam muito mais, mas como a ideia não partiu deles, parece que há uma barreira. Sempre foram acostumados a comandar tudo, ditar tudo o que seria feito. Aceitar algo de fora agora parece bem complicado.

Em 2010, quando a gente conversou sobre esse mesmo assunto, você disse que a situação das gravadoras iria piorar demais justamente por não conseguirem achar uma alternativa ao formato do CD. A venda de música digital deu um certo respiro, mas não vai salvar o mercado. O que mudou de dois anos pra cá?Não mudou nada. Na verdade, nunca mudou nada. A internet tá deixando os caras malucos, mas eles não entenderam que ela não vai conseguir substituir algo: o produto físico. Você pode baixar quantos discos quiser, mas o CD na mão não tem como ser substituído. A música digital também só dá uma disfarçada na situação. No iTunes, são praticamente 2 reais por música. Onde tá a vantagem? Continua a mesma coisa.
As gravadoras seguem não aceitando diminuir o valor achando que o lucro vai cair, então é só uma sensação de que as coisas estão melhorando com a música digital. A realidade é que não estão. Alternativa para o CD há sim, o SMD é, mas o problema é aceitarem essa realidade.

Mas com a música no computador, o CD não vai se tornar artigo apenas para fãs?
Não. Ele se torna artigo de luxo por causa do preço, vinte, trinta reais é um absurdo. Aí o cara vai baixar na internet mesmo. Em 2005, no primeiro projeto que a gente lançou em SMD, o Chrystian & Ralf vendeu 200 mil cópias em 8 dias. Quem vende isso em um período tão curto? Conhece alguém?
Meu disco custa R$5, a pessoa compra onde quiser, paga cincão e tá com um produto de qualidade e, principalmente, com o áudio na mais alta qualidade possível. E só pra lembrar, o SMD é um negocio bom pro artista não só porque combate à pirataria, mas também porque dá lucro, é rentável.

Rentável quanto? Como se ganha dinheiro?
O SMD sai do pino por 90 centavos. Com a capinha, vai pra 1,40. Ou seja, você tem seu SMD na mão por 1,40. Depois, bicho, você faz o que quiser com ele, desde que não passe de 7 reais, esse é o combinado. Os artistas já conhecidos preferem cobrar 5, e os independentes, 7. Só que se você quiser vender por 2 reais, você vai ter lucro. Por 1,50, também vai ter. A vantagem é que ele derruba o pirata. Se o pirata for de 5 pra 3, eu também vou. Se for pra dois, eu também vou. Se baixar mais, a pirataria perde o sentido porque não vai valer a pena ficar copiando se tem um produto original praticamente do mesmo preço.

De acordo com o que vem sendo publicado na imprensa, há chances de, enfim, os impostos sobre CD’s e DVD’s serem retirados. Isso não vai aliviar um pouco o preço dos produtos?
Vai… mas vai baixar de 30 pra quanto? Pra 20? De 20 pra 15? Quem me garante que se o imposto cair, os lojistas ou as gravadoras não vão querer aumentar o lucro e deixar de repassar a isenção pro consumidor?
E outra, bicho, se os impostos caírem, o valor do meu produto cai também. Eu pago imposto, todos, como qualquer outro produto. Se tirarem os impostos, o SMD vai ficar mais barato ainda.

Com quase 7 anos já no mercado, você considera bem sucedido o negócio “SMD”?
Considero, sem dúvida. Mais de 10 mil bandas fazem o uso do SMD. Temos o Arnaldo Antunes, o Zeca Baleiro, temos artistas do Japão, da Califórnia e de vários outros cantos do mundo. O escritório fecha de 20 a 25 discos por semana.

Por que nenhum grande sertanejo adotou o produto ainda?
Tem o fato de os grandes estarem em gravadoras, né, mas a questão não é só essa. No Brasil, não se sabe trabalhar com centavos. Tem quem ache que vender por 5 é ganhar pouco demais, tem que vender com o preço lá em cima. Só que não pensam que qualquer sertanejo de nome hoje vende, facilmente, uns cinco mil SMD’s por show, é só fazer o teste. Calcula aí e vê se vale a pena. Com esse lance de distribuir CD de graça e mandar baixar na internet, esqueceram que dá pra ganhar dinheiro vendendo. Com o tempo o pessoal vai perceber.

Mas você tentou convencer algum amigo seu a mudar pro SMD?Essa não é minha função, mas já cheguei a conversar. Posso te contar uma história sem citar nomes. Tem uma dupla muito famosa que viu meu disco, analisou e viu que a ideia era realmente boa. O cara chegou pro Chrystian e perguntou: “toda vez que eu vender um, o Ralf ganha algo”? Meu irmão respondeu que sim, afinal a patente é minha. Agora você entende a mentalidade? Tem coisa que é complicada…

Você não acredita mesmo que a internet possa acabar com o produto físico ou você está defendendo seu produto?Olha, cara, sinceramente. Eu posso estar sendo muito ignorante, mas eu não vejo isso. Aliás, se alguém criar alguma coisa genial que faca a internet substituir o produto físico, eu vou ser o primeiro a acatar. Mas não rola. Como é que eu vou no programa de televisão lançar meu novo trabalho se não existir mais o físico? Vou dar meu site no ar? Vou me gabar que tive sei lá quantos downloads, mas vou provar como? Alguém vai controlar?
Há mudanças que não vão acontecer. O compositor, por exemplo, precisa receber. Se ele não receber mais, ele vai procurar outro rumo, e a gente então vai cantar o que? Eu entendo toda essa loucura da internet e acho completamente errado quem olha pra ela como uma adversária. Ela não é, ela vem é mostrando como as coisas precisam ser alteradas. Quem não quer entender, fica pra trás mesmo.

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